Consultoria tem 20 vagas para programador em SP

3 de Julho de 2009 @ 15:20 por Serrano

programador feliz - programador feliz

São Paulo - Talent Four busca profisionais de níveis pleno e sênior, com experiência na ferramenta Livelink.

Por Redação do COMPUTERWORLD - 02 de julho de 2009 - 12h01

Talent Four, consultoria especializada em serviços de outsourcing, abriu 20 vagas em São Paulo para analistas/programadores. Exige-se que os candidatos tenham curso superior, inglês avançado e experiência no acompanhamento de projetos com ferramenta Livelink – que permite a documentação dos processos para gerenciamento de conteúdo no desenvolvimento de sistemas.

As oportunidades são para níveis pleno e sênior. Os interessados devem cadastrar o currículo no site www.talentfour.com.br.

Compartilhamento de terminais beneficia usuário de cartão, diz Fazenda

26 de Junho de 2009 @ 07:40 por Serrano

TI Inside - 23/06/2009

pos 1 - pos 1

Uso compartilhado de máquina de pagamento com cartão [o terminal de pontos-de-venda, conhecido também como PoS] beneficia consumidor. A afirmação foi feita por Marcelo Ramos, coordenador-geral de Comunicação e Mídia do Ministério da Fazenda, durante debate sobre a regulamentação de cartões de crédito e de débito, na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, nesta terça-feira, 23.

Ele citou exemplos de iniciativas de uso compartilhado pelas redes de cartões (Visa, Mastercard, American Express, entre outras) de máquinas usadas para efetuar pagamento com cartão de crédito e débito. A experiência, disse ele, tem sido testada por motoristas de táxi e por representantes de empresas que fazem vendas porta a porta, como as feitas pelas empresas Avon e Natura, de venda direta ao consumidor.

Ramos ressaltou que a exclusividade no credenciamento de lojistas, muitas vezes exigida pelas redes de cartões, limita a disseminação do uso do cartão, e chamou a atenção para que os órgãos do Estado busquem maneiras de atuar para sanar falhas no setor.

Durante audiência pública, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) cobrou a redução da taxa de juros incidente sobre o pagamento de despesas efetuadas por meio de cartões de crédito ou débito. “Por que um setor que cresce como o de cartões tem juros tão altos?”, questionou, cobrando ações urgentes do governo para regular a atuação das empresas do setor. Ela sublinhou a insatisfação da população com as regras atuais. Com informações da Agência Senado.

Já ouvu falar no DDA?

25 de Junho de 2009 @ 08:37 por Serrano

DDA - DDA

Fonte: Associação Brasileira dos Bancos Comerciais - ABBC

O DDA - Débito Direto Autorizado é um projeto que os bancos estão desenvolvendo para facilitar o dia-a-dia das empresas, clientes e usuários. O sistema permitirá que todos os compromissos de pagamentos sejam recebidos eletronicamente, por meio dos bancos de relacionamento dos clientes pessoas físicas e jurídicas.

HISTÓRICO - DOS BLOQUETOS AO DDA

Mensalidades de escolas, planos de saúde, condomínios, prestações, financiamentos de casas e veículos, essas cobranças geram em torno de 2 bilhões de boletos de papel por ano. Mas essa montanha de papel pode ser reduzida em até 40% com a utilização de meios eletrônicos. Além disso, os boletos físicos são mais sujeitos a extravio, danificação e fraude, enquanto que o documento eletrônico é mais prático, conveniente e seguro.

Com vistas à economia, praticidade e conveniência dos consumidores, a Febraban-Federação Brasileira de Bancos está desenvolvendo o DDA – Débito Direto Autorizado.

O novo sistema deve tirar de circulação em torno de 520 milhões de boletos físicos. Só para dar uma idéia, em 2007, circularam em torno de 1,3 bilhão de boletos pela CIP-Câmara Interbancária de Pagamento, 30% a mais, comparado ao ano anterior.

PROCESSO

O DDA é mais uma inovação desenhada e implementada pela Febraban e os bancos associados para contribuir com maior produtividade e eficiência do sistema. No inicio da década de 90 foi inserido nos boletos ou bloquetos de cobrança o código de barras. Isso permitiu que a compensação fosse realizada de forma eletrônica, sem o trânsito do documento físico pela compensação. Mas, o cliente continuou recebendo em casa ou na empresa, os boletos em papel, que substituem, por sua vez, duplicatas, notas promissórias, letras de câmbio, recibos ou cheques.

Agora, o DDA surge para facilitar o dia-a-dia das empresas, clientes e usuários. O sistema permitirá que todos os compromissos de pagamentos sejam recebidos eletronicamente, por meio dos bancos que atendem pessoas físicas e jurídicas. Os valores das transações, a exemplo do que já ocorre hoje, serão automaticamente creditados na conta corrente dos clientes credores.

COMO FUNCIONARÁ

O cliente sacado (devedor) deverá se cadastrar como sacado eletrônico em um ou mais bancos de seu relacionamento.

O cliente solicitará o seu cadastramento em cada banco escolhido.

Na hipótese de o cliente deixar de ser sacado eletrônico deverá solicitar o cancelamento em todos os bancos nos quais se cadastrou.

LIQUIDAÇÃO

O sistema de liquidação interbancária das faturas utilizará os sistemas atuais de liquidação dos bloquetos, SILOC e SIPROC.

BENEFÍCIOS

Entre os benefícios do DDA - Débito Direto Autorizado estão:

  1. Redução de papel – não haverá a emissão do bloqueto físico, já que a transação será eletrônica
  2. Menos filas nas agências – maior utilização de meios eletrônicos
  3. Maior segurança na entrega da cobrança
  4. Agilidade – permite a redução do prazo para emissão da cobrança
  5. Conveniência – possibilita que os compromissos sejam autorizados de forma prática
  6. Eficiência para o mercado – simplificação do processo de recebimentos e pagamentos das empresas
  7. Integração – fácil integração às soluções de mercado por adotar o padrão Febraban

QUANDO ESTARÁ DISPONÍVEL

A previsão para o lançamento do DDA - Débito Direto Autorizado é no segundo semestre de 2009.

Mais informações: FEBRABAN

Internet vs. Mídia tradicional: mudança sem retorno

24 de Junho de 2009 @ 12:30 por Rafael Rocha

internet - internet

Venício Lima/Carta Maior M

Pesquisa revela que 83% dos consumidores de mídia no Brasil produzem seu próprio conteúdo de entretenimento usando, por exemplo, programas de edição de fotos, vídeos e músicas. O público de faixa etária entre 26 e 42 anos é o mais envolvido com atividades interativas na rede.

Duas pesquisas divulgadas recentemente mostram, de forma inequívoca, a dimensão das mudanças que estão ocorrendo no “consumo” de mídia, tanto no Brasil como no mundo. Elas são tão rápidas e com implicações tão profundas que, às vezes, provocam reações inconformadas de empresários e/ou autoridades que revelam sérias dificuldades para compreender ou aceitar o que de fato está acontecendo no setor de comunicações.

Internet supera TV

A primeira dessas pesquisas é “O Futuro da Mídia” desenvolvida pela Deloitte e pelo Harrison Group. A Deloitte é a marca sob a qual profissionais que atuam em diferentes firmas em todo o mundo colaboram para oferecer serviços de auditoria e consultoria. Essas firmas são membros da Deloitte Touche Tohmatsu, uma verein (associação) estabelecida na Suíça. Já o Harrison Group é uma consultoria independente com sede nos EUA.

A pesquisa, realizada simultaneamente nos EUA, na Alemanha, na Inglaterra, no Japão e no Brasil, identificou como pessoas entre 14 e 75 anos “consomem” mídia hoje e o que esperam da mídia no futuro. A coleta de dados foi feita entre 17 de setembro e 20 de outubro de 2008 e a amostra foi dividida em quatro grupos de faixas etárias: a “Geração Y”, com idade entre 14 e 25 anos; a “Geração X”, que tem entre 26 e 42 anos; a “Geração Baby Boom”, formada por pessoas entre 43 e 61 anos; e a “Geração Madura”, que compreende os consumidores entre 62 e 75 anos. No Brasil, foram ouvidas 1.022 pessoas, classificadas nas quatro faixas etárias.

Vale a pena transcrever o que a própria Deloitte relata sobre alguns dos resultados referentes ao Brasil (cf. Deloitte, Mundo Corporativo n. 24, abril/junho 2009).

“O levantamento mostra que o Brasil, com um mercado formado essencialmente por um público jovem é, dos cinco países participantes da pesquisa, aquele em que os consumidores gastam mais tempo por semana consumindo informações ofertadas pelos mais variados meios de comunicação e se mostram especialmente envolvidos com atividades on-line. Os consumidores brasileiros gastam 82 horas por semana interagindo com diversos tipos de mídia, incluindo o celular. Para a grande maioria (81%), o computador superou a televisão como fonte de entretenimento. Os videogames e os jogos de computador constituem importantes formas de diversão para 58% dos entrevistados. (…) (grifo nosso)”

Uma das principais informações reveladas é que o usuário quer participar, interferir. De acordo com as entrevistas realizadas com o público nacional, 83% dos consumidores de mídia produzem seu próprio conteúdo de entretenimento usando, por exemplo, programas de edição de fotos, vídeos e músicas. O público de faixa etária entre 26 e 42 anos é o mais envolvido com atividades interativas na rede. Quanto mais jovem, mais propenso a produzir seu próprio conteúdo on-line.

Um dado extremamente revelador é que assistir à televisão é a fonte de entretenimento preferida pelos entrevistados de todos os países participantes da pesquisa, com exceção do Brasil. Entre nós, a TV aparece em terceiro lugar, as revistas em sétimo, o rádio em nono e os jornais em décimo.

O quadro (adaptado) abaixo revela as preferências brasileiras.

Fontes de entretenimento favoritas - Brasil

    1º - Assistir a filmes em casa (não inclui filmes na TV) ………….55 %
    2º - Navegar na internet por interesses pessoais ou sociais…53 %
    3º - Assistir à televisão ……………………………………………………46 %
    4º - Ouvir música (usando qualquer dispositivo …………………..36 %
    5º - Ir ao cinema …………………………………………………………….30 %
    6º - Ler livros (impressos ou on-line) …………………………………25 %
    7º - Ler revistas (impressas ou on-line) ……………………………..16 %
    8º - Jogar videogames ou jogos de computador …………………14 %
    9º - Ouvir rádio ………………………………………………………………13 %
    10º - Ler jornais (impressos ou on-line) …………………………….12 %

Para um país acostumado – há décadas – à hegemonia não só da televisão, mas de uma única rede de TV, esses dados não deixam de ser surpreendentes.

Participação ativa

Já a vontade majoritária de participar e interferir na construção do conteúdo, revelada pelos entrevistados brasileiros, acaba de vez com a idéia do obtuso “Homer Simpson” (cf. L. Leal Filho, “De Bonner para Homer”, Carta Capital, 7/12/2005) e com o mito da passividade dos nossos leitores, ouvintes e telespectadores.

Mais do que isso, os dados colidem frontalmente com as práticas históricas dos principais grupos de mídia brasileiros que, salvo raras exceções, sequer admitem a existência de ouvidorias ou de ombudsman em suas empresas.

A supremacia das redes sociais

A pesquisa Deloitte/Harrison faz referencia a outra pesquisa divulgada em junho de 2008 pelo Ibope/Net Ratings sobre o surgimento das “redes sociais virtuais”, ou seja, os sites de relacionamento que reúnem internautas com os mesmos interesses. Segundo esta pesquisa, 18,5 milhões de pessoas haviam navegado neste tipo de site em maio de 2008. Se somados os fotologs, videologs e programas de mensagens instantâneas, o número salta para 20,6 milhões.

Pois bem. No painel de abertura do 8º Tela Viva Móvel, dia 20/5, em São Paulo, o gerente de conteúdo e aplicações da Oi, Gustavo Alvim, informa que as redes sociais já desempenham papel mais importante que o acesso a emails no cenário da internet mundial. Em média, enquanto 65,1% dos usuários mundiais de internet acessam emails, 66,8% acessam redes sociais. “E o Brasil é o líder absoluto em redes sociais, com 85% de seus internautas que acessam pelo menos uma rede social”.

Os dados vêm confirmar a aplicabilidade da hipótese do “long tail” (Chris Anderson) à “cultura convergente” – como faz Henry Jenkins – e, particularmente, reafirmar a tendência já prevalente da contextualização, análise e organização capilar de conteúdos, inclusive os jornalísticos, em sites e blogs, deixando para trás os velhos modelos dos jornais impressos diários.

“Pendurados na internet”

Diante desses dados – e das importantes transformações que sinalizam – é que se deve compreender a recente declaração do senhor ministro das Comunicações na abertura do 25º Congresso Brasileiro de Radiodifusão, no dia 19/5, em Brasília.

Segundo relata Mariana Mazza do Televiva News, depois de fazer uma vigorosa defesa da radiodifusão e registrar o abismo entre o faturamento da radiodifusão e das telecomunicações – “o setor de comunicação fatura R$ 110 bilhões por ano. Desse total, somente R$ 1 bilhão é do rádio e R$ 12 bilhões das TVs. O resto vocês sabem muito bem onde está” –, o ministro sugeriu que os jovens devem usar menos a internet e assistir mais programas de TV e de rádio. “Essa juventude tem que parar de só ficar pendurada na internet. Tem que assistir mais rádio e televisão”.

Ao que parece o senhor ministro – e os radiodifusores que ele tão bem representa – estão realmente perdendo o “bonde da história”.

Venício Lima é Pesquisador Sênior do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da Universidade de Brasília - NEMP - UNB

CEF investe R$ 350 milhões na migração de cartões

23 de Junho de 2009 @ 16:41 por Serrano

Chip - Chip

Decision Report - Paula Zaidan 22/06/2009

A Caixa Econômica Federal está finalizando a escolha de fornecedores para o tombamento de 52 milhões de cartões de tarja magnética para chip (débito, crédito e poupança), totalizando um investimento de aproximadamente R$ 350 milhões. A instituição financeira pretende adotar certificado digital no padrão PKI para 30% de sua base de clientes do internet banking, que hoje totaliza 1,2 milhão de clientes.

“Já fizemos a licitação e agora estamos em fase de homologação que será concluída nas próximas semanas para decidir quais serão os fornecedores que atenderão os oito lotes, seis deles para chip tradicional, chip no padrão Visa/Mastercard e outros dois no padrão PKI (Public Key Infra-estruture)”, explica Delfino Natal de Souza, superintendente nacional de TI da CEF.

A conclusão para a migração está prevista para acontecer nos próximos três anos, sendo que nesse ano a expectativa é concluir o tombamento dos cartões para aproximadamente 5 milhões de clientes. “Ainda em 2009, a meta é que 200 mil clientes de internet banking possuam o certificado digital”, prevê Delfino. O executivo explica que a cobrança para os clientes com certificação será cobrada uma tarifa que fará parte da cesta de tarifas do banco.

Delfino sinaliza ainda que um dos desafios da CEF será abastacer as 10 mil casas lotéricas com 30 mil terminais para ler e validar os cartões com chip ao longo dos três anos. “Isso será feito à medida em que houver o tombamento dos cartões”, explica.

Pense nisso!

22 de Junho de 2009 @ 21:20 por ACP

Educacao - Educacao

“Ao invés de nos preocuparmos em dar um planeta melhor para nossos filhos, porque não nos preocupamos em dar filhos melhores para nosso planeta?”

Depois de identificar as diferenças entre os profissionais ‘baby boomer’, ‘X’ e ‘Y’, o mercado começa a mapear as funções ideais para cada um deles.

16 de Junho de 2009 @ 11:38 por Rafael Rocha

Geracao y - Geracao y

Por Rodrigo Afonso, repórter do Computerworld

Os profissionais das gerações baby boomer, X e Y tem diferenças marcantes entre si. Por conta delas, o mercado começa a definir em que funções cada um deles se dá melhor, permitindo que as empresas tirem proveito da diversidade de experiências e atitudes. Veja abaixo as características e funções mais indicadas para cada uma das gerações

Geração Y

Perfil - Foi a primeira a geração a conviver, desde a vida escolar, com a tecnologia da informação. Primeiro foram os videogames, computadores domésticos e depois a internet e a velocidade com que circulam informações. Hoje, os adultos da geração são muito disciplinados na busca de uma boa formação, principalmente em disciplinas relacionadas à estratégia e à inovação, e têm mais agilidade para encontrar as informações das quais necessitam.

É uma geração mais individualista e autônoma, que faz questão de colocar sua opinião em destaque e não abre mão de gerenciar sua vida pessoal simultaneamente à profissional. No dia-a-dia do trabalho, não têm medo de trocar informações, compartilhar experiências e possuem uma grande capacidade de inovação.

Entre os pontos fracos está a ansiedade, o imediatismo e o fato de não saberem exatamente como lidar com um momento de crise ou uma bolha de mercado. Outro ponto que as companhias costumam destacar como negativo é a insatisfação que toma conta do profissional no caso de ele não receber uma promoção após o primeiro ano de empresa.

Onde deve trabalhar - A geração Y costuma ter a preferência das empresas em tipos de projetos nos quais é necessário reestruturar e reorganizar novas ideias. Seu perfil pode ser bastante aproveitado em consultorias voltadas à inovação e ambientes que buscam o desenvolvimento de novas estratégias de mercado. As companhias que realizam terceirização de serviços se beneficiam desse perfil.

Geração X

Perfil - A geração X não cresceu em meio a um ambiente estimulante, mas boa parte dela acaba conseguindo tirar proveito das coisas novas, ainda que não seja com a mesma eficiência. O processo de aprendizado, no entanto, é um pouco mais lento. Os profissionais sentem muito a falta de orientação e treinamento formal para as coisas novas.

No comportamental, a geração X tem um bom equilíbrio entre família e trabalho, mas cuida desses dois elementos de forma separada. Dessa forma, precisa equilibrar seu tempo na empresa para que o trabalho não atrapalhe sua vida e não seja desmotivado.

No cotidiano, tem um pouco de receio de compartilhar suas ideias e experiências com medo de perder crédito por seus trabalhos, tampouco se sente na obrigação de realizar esse tipo de troca.

Apesar de algumas desvantagens no confronto com a geração Y, o profissional tem a grande vantagem de ter atravessado crises e de contar com um conhecimento muito mais amplo de tecnologia. Ele já era adulto quando a revolução da microinformática chegou ao Brasil e com isso consegue ter uma visão de mercado bastante ampla.

Onde deve trabalhar - A geração X é muito bem aproveitada na implantação e supervisão de projetos já testados, pois possui uma grande habilidade de aprender com as velhas experiências. É uma geração cada vez mais requisitada em um mercado no qual as empresas buscam garantir estabilidade para retomar o crescimento após o arrefecimento da crise.

Baby boomers

Perfil - A geração baby boomer foi a responsável pela criação do termo workaholic, que embora esteja associado a um vício, não tem uma conotação negativa na economia. É um profissional que tem o trabalho como prioridade número um na vida e que possui uma grande lealdade às empresas em que trabalha. O baby boomer não vê problemas em trabalhar anos no mesmo local e tem muita preocupação em seguir a chamada ética corporativa, embora este seja um conceito bastante abstrato nos dias de hoje.

A maior vantagem é mesmo sua grande experiência no mercado, pois é um profissional que enfrentou todas as crises que aconteceram depois da segunda guerra mundial. Com isso, tem uma facilidade muito grande de projetar cenários e planejar retomadas.

De negativo, há sua resistência às mudanças. Baby boomers torcem o nariz para jovens que chegam ao trabalho com fones de ouvido, trajando jeans e camiseta e sentem muita dificuldade de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. Não conseguem, por exemplo, gerenciar a própria agenda e cuidar dos negócios ao mesmo tempo.

Onde deve trabalhar - Por sua grande experiência, são os profissionais que ocupam os postos de maior responsabilidade na empresa, onde as decisões finais são tomadas. A geração tem também um perfil excelente para analisar e implantar processos consolidados, pois sabe como eles funcionam mais do que ninguém.

Com ibi, fatia do Bradesco em cartões sobe a 22%

15 de Junho de 2009 @ 18:48 por Serrano

bradesco - bradesco

Reuters - sexta-feira, 5 de junho de 2009, 16:34

SÃO PAULO - Com a aquisição do banco ibi, anunciada pela manhã, o Bradesco elevará sua fatia no mercado brasileiro de cartões de crédito de 19 para 22 por cento, disse o vice-presidente responsável pela área de cartões do banco, Marcelo Noronha.

Segundo ele, os dois maiores motivadores para a operação são o ganho de escala — com a operação, o Bradesco dobra sua base de clientes de cartões de crédito — e o aumento da rede de distribuição, por meio da parceria com as lojas C&A.

“Não fizemos apenas a aquisição de um banco, mas de uma parceria que vai nos somar 303 pontos-de-venda espalhados pelo Brasil”, disse Noronha, em teleconferência com jornalistas.

Mais cedo, o Bradesco anunciou a compra do ibi, braço financeiro das lojas C&A, por cerca de 1,4 bilhão de reais em ações. A transação inclui um acordo de 20 anos para o Bradesco ser fornecedor exclusivo de produtos e serviços financeiros da rede de varejo.

O valor a ser pago aos acionistas do ibi, o grupo suíço Cofra que também controla a holandesa C&A, representa aproximadamente 1,6 por cento do capital social do Bradesco.

Com a aquisição, o Bradesco eleva sua base de cartões de crédito private label de 13,3 milhões para 34,1 milhões, segundo dados do fim de 2008 divulgados pelo banco.

Ao mesmo tempo, o Bradesco adiciona faturamento de 9,9 bilhões de reais à operação de cartões de crédito, segundo dados do fim de 2008, para 56,5 bilhões de reais. O ibi tinha em dezembro um patrimônio líquido de 928 milhões de reais e ativos totais de 5,6 bilhões de reais.

Noronha evitou antecipar qual será o destino de acordos feitos pelo ibi que o Bradesco não tiver o interesse em manter. Uma das principais é a parceria com a Odontoprev, que envolve cerca de 250 mil pessoas, o que equivale a 10 por cento da base de clientes da operadora de serviços odontológicos.

“Todos os acordos derivados serão vistos oportunamente”, despistou Noronha.

Em relatório, a corretora Itaú considerou que, devido à falta de experiência no ramo, o Bradesco pode preferir rescindir o contrato com a Odontoprev.

Em relação às taxas de inadimplência da carteira do ibi, Noronha disse que o índice está em linha com a média do mercado, de cerca de 9,9 por cento para operações vencidas há mais de 90 dias. Por isso, o Bradesco descarta, por enquanto, a necessidade de provisionar recursos adicionais para perdas esperadas com mau pagadores.

Silvio Santos compra empresa de pagamentos on-line por R$ 25 mi

9 de Junho de 2009 @ 09:06 por Serrano

ecommerce - ecommerce

TI Inside - segunda-feira, 8 de junho de 2009, 13h03

O Grupo Silvio Santos concluiu na sexta-feira, 5, a compra de 100% das ações da Braspag, empresa especializada no processamento de operações de comércio eletrônico, por R$ 25 milhões. Com a venda, a Ideiasnet, holding que engloba 18 empresas de tecnologia da informação mídia e telecomunicações, leva R$ 6,1 milhões pela participação de 25% que detém na empresa.

Segundo o presidente do grupo Silvio Santos, Sebastião Sandoval, a aquisição faz parte da estratégia do conglomerado de diversificar seus negócios na internet. “O mercado on-line é um dos que mais cresce. Já estávamos operando com o PanAmericano Viagens, mas agora ampliamos nossa presença no mercado virtual, passando a atender inclusive clientes corporativos”, afirmou.

Segundo ele, outro aspecto importante do negócio é o grande potencial de sinergia entre a Braspag e as empresas do grupo Silvio Santos. O suporte a pagamentos on-line poderá ser aplicado nos negócios da Hydrogen (empresa de varejo de cosméticos), Jequiti (empresa de venda de cosméticos porta a porta), Lojas do Baú, PanAmericano Viagens, cartões de crédito, entre outros.

“Estamos estudando e planejando a melhor forma de aproveitar essas oportunidades. Mas, desde já, a Braspag pode facilitar as transações de nossas empresas com o auxílio da internet, bem como ampliar o portfólio de clientes”, explicou o presidente do grupo.

De acordo com o executivo, o grupo irá manter a equipe da empresa, bem como sua gestão independente, cabendo a holding o acompanhamento. “Embora seja uma empresa nova, a Braspag teve um ótimo desempenho. Acreditamos muito na equipe atual e estamos certos que eles têm todas as condições para manter esse crescimento”, observou Sandoval.

No ano passado, a Braspag intermediou 5,5 milhões de transações, que movimentaram R$ 2,9 bilhões. Para este ano, o número de transações deve chegar a 8,5 bilhões, representando uma movimentação de R$ 3,8 bilhões. Para Svante Wester Berg, diretor da Braspag, o grupo Silvio Santos chega em um ótimo momento. O executivo comemora o fato que a partir de agora a empresa contar com o suporte institucional de um grande grupo empresarial.

Fundada em 2005, a Braspag conta em sua carteira com clientes como Dell, B2W (Submarino e Americanas.com), Ricardo Eletro, Tok Stok e Mercado Livre, e detém unidades no México, Chile, Colômbia e Argentina.

RICH INTERNET APPLICATION

1 de Junho de 2009 @ 13:46 por Rafael Rocha

RIA - RIA

Aplicações de Internet Rica (da sigla em inglês RIA - Rich Internet Application) são Aplicações Web que tem características e funcionalidades de softwares tradicionais do tipo aplicativo. RIA típicos transferem todo o processamento da interface para o navegador da internet, porém mantém a maior parte dos dados (como por exemplo, o estado do programa, dados do banco) no servidor de aplicação.

RIAs normalmente:

  • Rodam em um navegador, ou não necessitam de Instalação
  • Rodam localmente em um ambiente seguro chamado sandbox
  • Sandbox: Uma aplicação, seja qual for o ambiente, tem um Set de coisas que pode e que não pode fazer. Cada ambiente tem a sua “caixa de areia” específica, com suas permissões e proibições (esquema “o que não é expressamente permitido é proibido”). Mesmo aplicações em desktop tem sua sandbox (por exemplo, não se pode por default abrir portas de rede menores ou iguais à 1024).

    O Adobe Flex (antes chamado de Macromedia Flex e depois rebatizado como Adobe Flex pela Adobe) é o nome de uma tecnologia lançada em Março de 2004 pela Macromedia, que suporta o desenvolvimento de aplicações ricas para a Internet (RIA), baseadas na plataforma do Macromedia Flash.

    A versão inicial possuia um SDK, um IDE uma integração com o J2EE também conhecido como Flex Data Services. Desde que a Adobe adquiriu a Macromedia em 2005, as versões subsequentes do Flex começaram a requerer uma licença para o Flex Data Services, que era inicialmente um produto separado e que posteriormente foi rebatizado como LiveCycle Data Services.

    Em abril de 2007, a Adobe anuncia planos de abrir o código do Flex 3 SDK. O Adobe Flash Player, aplicativo pelo qual são visualizados as aplicações Flex, e o Flex Builder, a IDE utilizada para desenvolver aplicações Flex, continuam proprietárias e comerciais.