Virtus TI Nasce da fusão de 7 empresas

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Colaboração do grande amigo, Sydney Hinterhoff
Sete empresas de TI se unem

Hoje (06/03), foi anunciada a união de sete empresas de tecnologia de informação (TI) em uma grande companhia nacional de serviços e software para gestão completa do ambiente de TI, a Virtus. O Banco Fator está dando o suporte para que essa união aconteça, determinando a participação de cada acionista, para fundir todas as sete empresas.

Essa empresa conta agora com a fusão entre a Automatos, focada em gestão de infra-estrutura, a Dedalus, oferece terceirização completa, a Intelekto, focada em inovação, a Biosalc, especializada em software e serviços para automatizar a produção do setor de agronegócios, a Trellis, de conectividade, a Visionnaire, permite a reutilização de informações e aplicações e a Volans, empresa nacional de software e serviços.

A Virtus será uma fornecedora especializada em gestão de TI. A companhia oferecerá os componentes essenciais, ou seja, os softwares necessários para cada tipo de empresa. Segundo o presidente da Virtus, André Fonseca, para abertura da companhia não foi preciso aporte de nenhum investidor.

A iniciativa para criação da Virtus surgiu dentro da Automatos. Foi feito um estudo de quais empresas eram necessárias e se complementariam. As sete que foram escolhidas tem tamanho bem parecido, assim, nenhuma delas é majoritária. Entretanto, pela estrutura, a Automatos e a Dedalus possuem maior participação - o valor percentual de cada empresa na Virtus não foi divulgado. Os produtos de cada uma não são iguais, eles se adaptam. As três unidades de negócio que formarão a Virtus serão: software, serviços e dispositivos para redes.

A Automatos, a Visionnaire, a Volans e a Biosalc farão parte da unidade de software. A Dedalus e a Intelkto são da unidade de serviços e a Trellis dos dispositivos para redes. Dessa forma, ela se destaca por desenvolver toda a tecnologia que vende aos seus clientes, ampliando a oferta e fortalecendo a capacidade de vendas diretas. A Virtus, antes da fusão, já tinha presença internacional. No entanto, agora com a fusão, ela terá uma oferta muito mais exportável devido ao seu atual tamanho.

A estrutura organizacional da Virtus terá um comitê executivo. Os vice-presidentes executivos responsáveis pelas três unidades terão que se reportar a esse comitê. Cada vice-presidente tem autonomia na execução orçamentária de sua unidade. O comitê executivo responde diretamente para o conselho de administração da empresa, onde são representados os interesses de todos os acionistas.

Segundo o presidente da Virtus, o primeiro desafio da companhia é a execução e a consolidação da empresa. Isso será feito neste ano. A integração será gradativa e, assim, a segunda etapa será trazer mais empresas para se unificarem à ela. Os executivos evitam fazer projeções financeiras, pois a companhia está apenas começando. Portanto, ainda não tem condição de dizer qual será o faturamento para este ano.

Fonte: Executivos Financeiros

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