200708 - Resumo: Crises estruturais e suas consequências
Setores essenciais entram em colapso porque não receberam investimentos, modernização e atualizações nos tempos adequados.
Ou então foram administrados por gestores despreparados, que estavam preocupados apenas em obter resultados de curto prazo, sem qualquer sinergia e alinhamento com uma visão de futuro. Nosso pais ainda corre o risco de perder oportunidades históricas de desenvolvimento porque na hora H, naquele instante único, poderemos não ter as condições objetivas para alavancar resultados sustentáveis.
As crises estruturais são insidiosas. Elas vão se gestando lentamente, dia após, dia, à medida que algumas condições operacionais básicas vão se deteriorando por falhas de sustentação, manutenção, renovação ou expansão. É o caso de um organismo que não gera energia vital suficiente para o seu prórpio sustento.
E como é fácil descuidar do esencial nos nossos dias de hoje, com estruturas organizacionais complexas, linhas de comando organizacionais aparentemente caóticas, com pressões de curto prazo insuportáveis e confusões potencializadas por fusões e aquisições.
Uma das maiores lições a tirar deste debate, como nos foi relatado por alguns executivos experientes, a quem agradecemos pelas dicas, é a importância do preparo técnico, administrativo e pessoal do gestor de recursos de infra-estrutura.
Ele não pode se deixar levar pelas pressões de curto prazo ou pelos interesses circunstanciais. Cabe a ele o papel de guardião da visão empresarial, decidindo com base em valores, experiência e um alto grau de nas diretrizes estratégicas.
